
Bali
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Bali é aquele tipo de lugar que parece ter um filtro de luz próprio. Localizada na Indonésia, essa ilha é um dos destinos mais magnéticos do Sudeste Asiático, onde a cultura hindu se mistura a paisagens de tirar o fôlego, que vão de campos de arroz infinitos a praias com um pôr do sol que mais parece uma pintura.
Viajar para Bali é entrar em um ritmo diferente, onde o tempo parece passar mais devagar entre uma oferenda de flores e um mergulho no mar.
A vibe por aqui é uma mistura única de espiritualidade, festa e contato com a natureza. Se você busca um destino para as suas férias em Bali que ofereça tanto retiros de yoga e meditação quanto ondas perfeitas para o surf e beach clubs badalados, você encontrou o seu lugar.
É um destino democrático: você pode viver como um rei em uma vila de luxo ou explorar tudo como um mochileiro raiz, gastando muito pouco.
Sabe aquele lugar que tem uma energia que a gente não sabe explicar, só sentir? Bali é exatamente assim. É o destino dos sonhos para quem quer reconexão, mas também para quem não dispensa uma boa aventura. A hospitalidade do povo balinês é algo que marca a gente para sempre; eles estão sempre com um sorriso no rosto e uma disposição genuína para ajudar.
O grande trunfo de Bali é que ela não é apenas uma “ilha de praia”. Claro, o mar é lindo, mas o coração de Bali bate forte no interior, entre florestas tropicais e montanhas vulcânicas.
É um lugar onde você pode aprender sobre tradições milenares pela manhã e jantar em um restaurante de alta gastronomia à noite. Sem falar no custo-benefício, que é um dos melhores do mundo para nós, brasileiros.
Para entender Bali, você precisa saber que cada região tem uma personalidade completamente diferente. No sul, temos a península de Uluwatu, famosa por seus penhascos dramáticos, templos à beira-mar e as melhores ondas do mundo.
Se você busca agito, lojas descoladas e ótimos cafés, Canggu e Seminyak são os bairros do momento, perfeitos para quem gosta de ver e ser visto.
Já no centro da ilha fica Ubud, o coração cultural e espiritual. É lá que você encontra os icônicos terraços de arroz de Tegalalang, a floresta dos macacos e uma infinidade de estúdios de yoga.
Se o que você quer é paz total e praias de areia branca, vale dar um pulo em Nusa Dua ou pegar um barco para as ilhas vizinhas, como as Nusa Penida ou as Gili Islands. Em Bali, você pode mudar de cenário completamente em apenas duas horas de estrada.
A hospedagem em Bali é uma atração à parte. A ilha é famosa pelas “villas” — casas privativas com piscina que muitas vezes custam o preço de um quarto de hotel comum em outros lugares. A estrutura turística é impecável e atende a todos os perfis.
Se a sua ideia é relaxar e ter uma imersão na cultura e na natureza, Ubud é o lugar ideal para se hospedar. Para os amantes de praia e surf que buscam um visual de tirar o fôlego, as falésias de Uluwatu oferecem opções maravilhosas.
Já quem viaja com amigos ou busca badalação e praticidade prefere ficar em Canggu. Para famílias que buscam resorts all-inclusive e mar calmo, Nusa Dua é a escolha mais segura.
O importante em Bali é escolher a base de acordo com o que você quer sentir na viagem, pois o trânsito pode ser um pouco lento para ficar cruzando a ilha todo dia.
Comer em Bali é uma festa para o paladar (e para o bolso!). Você precisa provar os pratos típicos nos “warungs” (restaurantes locais), como o Nasi Goreng (arroz frito) e o Sate Ayam (espetinhos com molho de amendoim).
Mas a ilha também é um polo mundial de comida saudável, com opções incríveis de pratos veganos e orgânicos que são tão bonitos quanto saborosos.
A cultura em Bali é onipresente. Você verá pequenos cestos de palha com flores e incensos (as oferendas chamadas Canang Sari) em cada calçada. Assistir a uma apresentação de dança Kecak ao pôr do sol em um templo é uma daquelas experiências que arrepiam.
É um lugar onde a religião é vivida na prática, com muita cor, música e respeito à natureza.
Bali tem duas estações principais: a seca e a chuvosa. A melhor época para visitar é entre abril e outubro, durante a estação seca. Os dias são ensolarados, perfeitos para praia e passeios de moto, e a umidade é mais baixa.
A temporada de chuvas vai de novembro a março. Não significa que vai chover o tempo todo, mas as pancadas são fortes e o céu pode ficar nublado por mais tempo. O lado bom dessa época é que a ilha está mais vazia e os preços das hospedagens caem bastante.
Só evite os meses de julho e agosto se você não gosta de multidões, pois é o auge da alta temporada europeia e australiana.
Brasileiros podem obter o Visa on Arrival (VoA) ao chegar no aeroporto de Denpasar, pagando uma taxa (que pode ser feita online antecipadamente). A moeda é a Rupia Indonésia — prepare-se para ser milionário por alguns dias, já que o câmbio tem muitos zeros!
A melhor forma de se locomover é alugando uma scooter, mas só faça isso se tiver experiência, pois o trânsito é uma loucura e eles dirigem na mão inglesa. Se preferir conforto, use aplicativos como Gojek ou Grab (o Uber deles), que funcionam super bem e são muito baratos.
E uma dica de ouro: sempre use protetor solar, mesmo em dias nublados; o sol de Bali não perdoa!
Abaixo, você encontra nossos artigos detalhados com roteiros de 7, 10 ou 15 dias, dicas de onde comer e guias completos de cada região de Bali. Boa leitura e Suksma (obrigado)!
Sim, brasileiros precisam de visto, mas ele é bem simples de conseguir. Você pode fazer o e-VoA (Electronic Visa on Arrival) pela internet antes de viajar ou tirar o visto físico diretamente no aeroporto ao desembarcar. Ele tem validade de 30 dias e pode ser renovado uma vez.
Alugar carro sem motorista não é muito recomendado devido ao trânsito caótico e às estradas estreitas. A maioria dos turistas aluga scooters pela liberdade e preço baixo. Se você não se sente seguro em duas rodas, a melhor opção é contratar um motorista particular para o dia todo (um custo-benefício excelente) ou usar os aplicativos Grab e Gojek.
Pelo contrário! Bali é um dos destinos internacionais mais baratos quando pensamos no custo lá dentro. Você consegue comer muito bem por 5 ou 10 dólares e se hospedar em lugares incríveis pagando uma fração do que pagaria na Europa ou nos EUA. O que pesa no orçamento é geralmente a passagem aérea saindo do Brasil.
Roupas leves de algodão, trajes de banho, protetor solar e repelente são essenciais. Importante: para entrar nos templos, você precisará cobrir as pernas com um Sarong (uma espécie de canga/saia), que pode ser alugado na porta da maioria das atrações ou comprado nos mercados locais.