Chapada dos Guimarães: o que fazer e como ir

por Guilherme Tetamanti

Chapada dos Guimarães: o que fazer e como ir

A segunda parada da minha road trip da Rota 20 anos, em comemoração aos 20 anos de produção da Honda Automóveis no Brasil, foi a Chapada dos Guimarães. Já pensou em visitar?

Acabo de voltar de lá e estou impressionado com a beleza do lugar. Mirantes com vistas incríveis, cachoeiras, cavernas e lagos com água cristalina estão entre os pontos turísticos.

A cidade tem fácil acesso e fica bem pertinho de Cuiabá, exatamente 70km. Vale muito a pena conhecer o local, sendo possível montar um roteiro bem completo com 4 dias de viagem. Chapada já possui uma boa infraestrutura turística, com pousadas, restaurantes e agências de receptivo turísticos.

Preparei um guia completo com dicas sobre o que fazer na Chapada dos Guimarães, além de minha opinião sobre o turismo na região, para que você se tenha surpresas desagradáveis!

Sobre a cidade da Chapada dos Guimarães

A Chapada dos Guimarães é uma pequena cidade com cerca de 20 mil habitantes, que tem sua localização no estado do Mato Grosso. O município abriga o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, com 33 mil hectares. Em uma região típica de cerrado, o parque, entre outros atrativos, tem cachoeiras, cavernas, lagoas e muitas trilhas para explorar.

A cidade é bem simples, mas muito charmosa. Com muitas lojinhas de artesanato e bons restaurantes, concentrados principalmente na praça central, oferece boas opções aos turistas. Com uma altitude de 811 metros, o inverno costuma ser frio, sobretudo a noite. Mesmo no verão, as noites também são bem agradáveis e fresquinhas.

Eu visitei o parque 3 vezes, as duas primeiras num bate-volta saindo de Cuiabá. Dessa vez, passeio 3 noites na cidade e pude ver de perto como é o turismo. Apenas saiba que existe sim alta e baixa temporadas. Na baixa, fora do verão, como o movimento é mais baixo, alguns restaurantes não abrem em dias de semana.

Qual a melhor época para ir?

A Chapada dos Guimarães tem duas estações bem definidas. Uma chuvosa, que vai de outubro a março, e outra seca, de abril a setembro. Em ambas é possível aproveitar os atrativos da cidade, mas cada uma com suas peculiaridades.

Quem visita durante a estação seca, enfrenta dois problemas principais. Os rios e cachoeiras podem estar com o volume de água baixo. Além disto, nesta época, devido à falta de umidade, há risco de queimadas. Por outro lado, com o tempo firme é possível fazer todos os passeios, e com a falta de chuva a água fica bem clarinha e transparente.

Já no período chuvoso, as cachoeiras ficam com um grande volume de água, porém a água pode ficar turva e com muitos galhos. Além disso, há risco de tromba d’água nos rios e cachoeiras. O lado positivo de visitar a região nesta época são as altas temperaturas, um incentivo a mais para aproveitar os rios e cachoeiras.

Como ir a Chapada dos Guimarães

Como ir para a Chapada dos Guimarães

A Chapada dos Guimarães está localizada a aproximadamente 70km de Cuiabá. É lá que fica o aeroporto mais próximo e que recebe voos das principais empresas de aviação, como Gol, Latam, Azul, Avianca e Passaredo.

O trajeto Cuiabá/Chapada dos Guimarães pode ser feito de carro, a bordo de um WR-V da Honda, ou de ônibus. Quem optar por ir de ônibus pode escolher entre duas empresas que atendem o destino, a Viação Rubi e a Expresso Chapadense. Há vários horários ao longo do dia e a viagem dura cerca de 1h30. Para quem vai de carro, o acesso é pela MT-251. A rodovia é toda asfaltada e tem boas condições.

Como eu vim direto de Bonito, no Mato Grosso do Sul (roteiro que fez parte do projeto #Honda20Anos), cheguei pelo outro lado da cidade, via Campo Verde. Parte da estrada estava sem sinalização, o que foi bem desconfortável por estar dirigindo à noite. Por isso mesmo, foi essencial viajar com um carro seguro para evitar qualquer contratempo.

Pousadas na Chapada dos Guimarães

Hotéis e pousadas na Chapada dos Guimarães

A Chapada dos Guimarães já possui uma boa infraestrutura para o turismo e oferece várias opções de pousadas e hotéis. A maior parte das hospedagens se concentram na área central da cidade. A vantagem de ficar hospedado no centro é que estará próximo a restaurantes, lojas, agências de turismo, etc. Mas para quem prefere um lugar mais reservado e próximo à natureza, há diversas opções. Neste caso é ainda mais aconselhável estar de carro.

 

Aqui estão alguns dos principais motivos do porquê recomendamos de olhos fechados esses passeios da Easy Travel Shop em Bonito. Temos certeza de que ao contratar tours e excursões, você vai amar sua experiência:

  • Milhares de atividades imperdíveis para todas as idades e interesses;
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  • Faça a pré-reserva de ingressos e pule a fila nas principais atrações com o inventário exclusivo de ingressos;
  • Mantenha-se flexível com cancelamento fácil até 48 horas antes;
  • Pagamento e bilhetes otimizados para celular para reservas onde você estiver;
  • Atendimento ao cliente amigável e experiente, disponível 24/7 no seu idioma.
 

Dica: quem for viajar durante algum feriado, deve ficar atento e fazer a reserva com antecedência. Durante os feriados prolongados a cidade fica bem cheia e a procura por hospedagem é muito grande.

Onde comer

A região central da cidade abriga muitos restaurantes e lanchonetes. Eles servem desde comida típica a opões como pizza, tapiocas, crepes, sanduíches, comida japonesa, entre outras.

Os pratos típicos são a base de peixe de água doce. O pintado, peixe comum da região, é muito utilizado nas receitas. Ele pode ser servido à milanesa, grelhado ou ensopado. O prato mais famoso com o pintado é o “mojica”, que nada mais é que um ensopado, feito com mandioca. Outro peixe muito comum é o pacu, servido principalmente frito e acompanhado de pirão e farofa de banana da terra.

O que fazer na Chapara dos Guimarães

O atrativo mais famoso fica no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, a cachoeira Véu de Noiva. Mas também é possível visitar rios, cavernas, lagos, morros e mirantes. Fora da reserva ecológica também há outros atrativos como a Caverna Aroe Jari, Ponte de Pedra e Lagoa Azul.

Como a lista sobre o que fazer na Chapada dos Guimarães é grande, preparei um guia com os principais pontos de interesse:

 
Procurando opção de turismo sustentável para viajar no Brasil?

A melhor alternativa é participar de expedições em unidades de conservação com profunda interação com a natureza e imersão nas comunidades locais, através do turismo de base comunitária e voluntariado.

Conheça as vivências organizadas pela Vivalá, negócio social que tem a missão de ressignificar as relações das pessoas com o turismo no Brasil. Algumas vantagens de viajar com a Vivalá:

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  • Voluntáriado em comunidades ribeirinhas e indígenas;
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Cachoeira Véu de Noiva

O que fazer na Chapada dos Guimarães

A cachoeira Véu da Noiva é um dos principais cartões-postais do parque. Com uma queda de 86 metros ela enfeita um paredão de arenito. Seu poço é belíssimo, mas infelizmente interditado para banho por questão de segurança.

Mas é possível apreciar toda a beleza da cachoeira do mirante, de onde tem uma vista dela por inteiro. O mirante fica bem próximo a entrada do Parque Nacional e tem um visual impressionante. Ao lado do mirante há um restaurante que oferece uma bela vista do parque, mas os preços são mais altos do que na cidade. Vale a visita, mas não espere tanto da cachoeira, além da vista.

Dica: na mesma entrada do parque é possível também visitar duas cachoeiras, dos Namorados e Cachoeirinha. O acesso é permitido até o meio dia, então, a dica é chegar pouco antes disso e ir direto para as cachoeirinhas, pegando uma trilha de 1km. Como ninguém poderá entrar após o horário, as cachoeiras vão ficando vazias até o meio da tarde.

É permitido ficar no local até as 16:30. Porém, o acesso para a Véu da Noiva é até as 16hs, então programe-se para ir antes das cachoeiras, ou sair com tempo para entrar antes do fechamento.

Circuito das Cachoeiras

Cachoeiras na Chapada dos Guimarães
Cachoeira das Andorinhas | Foto: Spoladore, via Wikimedia Commons.

Trata-se de um percurso de cerca de seis quilômetros e que passa por seis cachoeiras! As cachoeiras são “7 de Setembro”, “Pulo”, “Degraus”, “Prainha”, “Andorinhas” e “Independência”. Além disso, entre a cachoeira da Prainha e a das Andorinhas, há duas piscinas naturais que deixam o passeio ainda mais gostoso. Somente a cachoeira da Independência ou cacheira dos Malucos é proibida para banho.

A trilha é pelo cerrado e a vegetação é baixa, com poucas sombras. Então é importante levar chapéu ou boné e não se esquecer de protetor solar. Além disso, não há onde comprar comida e é indicado levar um lanchinho e garrafa de água.

Quem for ficar pouco tempo e não conseguir fazer todo o roteiro, vale a pena visitar pelo menos a cachoeira das Andorinhas. Ela é considerada a mais bonita do roteiro.

  • É obrigatório contratar guia local.

Morro São Jerônimo

Trilhas na Chapada dos Guimarães
Morro São Jerônimo | Foto: Ajrjr74, via Wikimedia Commons.

O Morro São Jerônimo é outro atrativo da Chapada dos Guimarães. Com 836 metros de altitude, ele oferece uma vista maravilhosa da região. A caminhada até o seu topo é um dos principais passeios da cidade.

A trilha mais procurada entre os visitantes da Chapada é a para o morro de São Jerônimo. Ela é longa e exige preparo físico, mas todo esforço é recompensado. A paisagem ao longo da caminha é incrível e quando se chega no topo é possível ter uma visão panorâmica da Chapada.

  • É obrigatório contratar guia local.

Cidade de Pedra

Atrações na Chapada dos Guimarães
Cidade de Pedra | Foto: Maíra Arantes Leite Wick, via Wikimedia Commons.

Outro famoso cartão postal da região é a Cidade de Pedra, composta por formações rochosas de tonalidade vermelha. As formações foram esculpidas pelo vento e pela chuva e lembram as ruínas de uma cidade medieval.

A paisagem é tão bonita que já foi cenário de várias produções para a televisão, como a abertura da novela Fera Ferida. Quando fui em 2005 não era necessário contratar guia, mas hoje o portão de entrada fica fechado e poucas pessoas têm acesso. O preço do passeio gira em torno de R$ 300,00.

  • É obrigatório contratar guia local.

Mirante do Centro Geodésico

Turismo na Chapada dos Guimarães

Com uma altitude de 845 metros, o local tem uma vista incrível de toda a região. Em dias de céu claro é possível avistar inclusive a cidade de Cuiabá, que fica a cerca de 30 km da Chapada em linha reta. Uma dica é visitar o mirante durante o pôr do sol. Assistir ao entardecer lá de cima é muito bonito.

Uma curiosidade é que o local é considerado o Centro Geodésico da América do Sul, pois sua distância é exatamente igual do Oceano Pacífico e do Oceano Atlântico, 1.600 km.

Vale do Rio Claro

Chapada dos Guimarães
Vale do Rio Claro | Ajrjr74, via Wikimedia Commons.

Para conhecer o Vale do Rio Claro há uma trilha, de cerca de 4km, que leva a vários atrativos. A primeira parada é uma formação rochosa chamada Crista de Galo, que oferece uma vista panorâmica da região. Andando mais um pouco chegamos em dois poços, o Poço da Anta e Poço Verde. Em ambos a água é muito cristalina e é possível inclusive fazer flutuação para observar peixes.

  • É obrigatório contratar guia local.

Caverna Aroe Jari

Cavernas na Chapada dos Guimarães
Caverna Aroe Jari.

A caverna do Aroe Jari é um dos locais mais bonitos da Chapada dos Guimarães. É a maior gruta de arenito do país, com 1,5 km de extensão, sendo alguns trechos submersos. A abertura principal tem 10 metros de altura e 60 de largura. As paredes da caverna possuem várias inscrições rupestres.

Lagoa Azul na Chapada dos Guimarães
Lagoa Azul, menos azul sem os raios do sol.

A caverna abriga ainda um lago de águas cristalinas, chamado de Lagoa Azul. Mas é proibido nadar no local, que fica ainda mais bonito nos meses de julho e agosto, quando durante alguns horários o sol entre pelas frestas e bate na lagoa, deixando o a lagoa toda iluminada e quando se pode entender porque recebeu o nome de Lagoa Azul.

   

A caverna não fica dentro do Parque Nacional, ela está localizada a 46 km da cidade da Chapada, em uma fazenda particular. Para visitar o espaço é necessário acompanhamento de guia e obrigatório o uso de calçados fechados. É necessário pagar uma entrada, escolher uma das opções de transporte interno (ida e volta, ou apenas um trecho) e contratar um guia local.

Dica: muitas agências vendem o passeio ainda na cidade, mas cobram um valor mais alto por isso. A melhor opção é ir de carro diretamente até a entrada da fazenda, e contratar o guia diretamente.

Valores de entrada:

  • Entrada na fazenda: R$ 65,00;
  • Transporte interno: R$ 20,00 ou R$ 25,00;
  • Guia: a partir de R$ 150,00 dependendo do número de pessoas.

Caverna Kiogo Brado

Caverna Kiogo Brado

A caverna do Kiogo Brado fica bem próximo da Caverna Aroe Jari, na mesma trilha de acesso a cerca de 800 metros da Lagoa Azul (todos esses atrativos estão inclusos na entrada da fazenda, junto com a Ponte de Pedra, Cachoeira Almescar e Pedra do Equilíbrio). A entrada da caverna é muito imponente, com cerca de 30 metros de altura, ela parece uma catedral.

Para explorar a gruta o visitante caminha por um duto que atravessa toda a sua extensão, são cerca de 270 metros. Durante a travessia impressiona a altura desta galeria. Uma curiosidade é que ela tem um curso d’água que atravessa toda a sua extensão.

Cachoeira da Martinha

Cachoeira da Martinha

A Cachoeira da Martinha tem acesso super fácil, bem ao lado da rodovia. Existem duas propriedades próximas que oferecem estacionamento no local, no valor de R$ 10,00. Como não existe controle, as pessoas fazem churrasco e vi até mesmo uma família acampando na margem do rio. Poderia ser mais bem preservada!

Cachoeiras do Marimbondo e da Geladeira

Dicas da Chapada dos Guimarães
Cachoeira do Marimbondo.

Elas estão localizadas em duas propriedades privadas bem perto da cidade, cerca de 10 minutos de carro. A entrada é paga e custa de R$ 7,00 a R$ 10,00. Em ambas há um pequeno bar na entrada.

Na Marimbondo há uma trilha de uns 250m, já para a Geladeira é preciso caminhar cerca de 1km. Não são cachoeiras espetaculares, mas valem a visita num dia de sol, principalmente se você não quiser gastar mais dinheiro contratando guias.

Mirante Alto do Céu

Mirante na Chapada dos Guimarães

Junto com o Mirante Geodésico e Cidade de Pedra, é um dos melhores lugares para ver o pôr do sol na Chapada dos Guimarães. O acesso é fácil, indo por uma estrada de asfalto até a entrada da trilha, que tem cerca de 1km. A entrada custa R$ 20,00 por pessoa, mas pechinchei e saiu por R$ 10,00. Também há um restaurante no local, antes de iniciar a trilha!

Minha opinião sobre a Chapada

É um destino que definitivamente merece ser visitado, principalmente por suas cavernas, mirantes e cachoeiras. Porém, prepare-se para gastar mais dinheiro com os guias, ainda mais para conhecer os principais atrativos, como Cidade de Pedra, caverna Aroe Jari, Circuito das Cachoeiras e Vale do Rio Claro.

Eu não me importo em pagar para visitar as atrações, isso acontece em qualquer lugar do mundo. Porém, na Chapada dos Guimarães, fiquei com a impressão de que não há um envolvimento dos órgãos governamentais para cuidar do turismo na região, e o dinheiro gasto não retorna para a preservação dos atrativos.

Além disso, contratar um guia na cidade para te levar até o atrativo, é muito mais caro do que pagar um guia no local. E essa “briga”, acaba encarecendo toda a cadeia.

Guilherme Tetamanti viajou em parceria a Honda, para comemorar os 20 anos de fabricação dos carros no Brasil. A viagem foi patrocinada, mas as opiniões aqui publicadas são de livre expressão do autor. Para saber mais, explore a hashtag #Honda20Anos no Instagram.

ESCRITO POR

Guilherme Tetamanti

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Guilherme Tetamanti

Paulistano de 39 anos e muita história pra contar. Amo e odeio a selva de pedra, e por isso faço de tudo pra viajar. Sou empresário, administrador de empresas e criador de algumas lojas virtuais. Vendi tudo em 2011 para realizar o sonho de fazer uma viagem de volta ao mundo e praticar fotografia, uma de minhas paixões. Sempre fugi das aulas de redação, mas a vontade de viajar, fazer novas amizades e compartilhar minhas andanças, me motivaram a criar o Quero Viajar Mais.

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Comentários do post

  1. Edmilson Celso

    Pretendo conhecer a Chapada em maio 2020 e gostei das dicas, valeu.

  2. João Loureiro

    Amigo, vc acabou confundindo as Chapadas no trecho que diz sobre a Caverna Aroe Jari. mas sem dúvidas a cidade é maravilhosa!

  3. Guilherme Tetamanti

    Verdade. Acabei de corrigir. Obrigado