O turismo em Belém do Pará é comumente chamado de exótico, uma vez que a capital do Pará é moderna e muito urbana, ao mesmo tempo que está cercada da deslumbrante Floresta Amazônica.
Além de misturar costumes europeus com indígenas, construções históricas, ter uma gastronomia única e muita cultura típica.
Mas a palavra exótica, embora um grande elogio, está muito aquém de tudo o que é Belém. A cidade mais cosmopolita da floresta é cheia de atrativos culturais, pontos turísticos, e conta ainda com uma população simpática e receptiva.
Quer saber mais sobre o turismo em Belém do Pará? Veja neste artigo os pontos turísticos da cidade, clima, onde se hospedar na cidade e tudo para montar seu roteiro na capital do Pará.
Vista de Belém | Foto: celeumo.BRAZIL, via Wikimedia Commons
Unidade federativa: Pará
Área total: 1 059,458 km²
Clima: Equatorial
*Fonte: Wikipédia
Belém é a capital do Pará e a cidade mais populosa do estado. Com quase 1,5 milhão de habitantes é o 2º município mais populoso da Região Norte e o 12º do Brasil.
A cidade também é chamada com frequência de Belém do Pará, como forma de diferenciá-la de outras com o mesmo nome.
Está em 22º lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro, além de ser o centro cultural, econômico e político do estado.
Já recebeu o título de Cidade da Gastronomia e, em 2015, foi classificada na lista de Cidades Criativas da Unesco. E esse é um dos bons motivos para fazer turismo em Belém do Pará.
A história de Belém
Catedral de Belém. Foto: Socorrosimonetti, via Wikimedia Commons
A capital do Pará foi fundada pelos portugueses às margens da Baía Guajará em 12 de janeiro de 1616. Antes, a região era habitada pelos índios tupinambás e Pacajás, que chamavam a região de Mairi.
O local foi conquistado pelo capitão Castelo Branco, a mando do rei de Portugal, em 1580, num expedição pela foz do Rio Amazonas.
Na área nasceu uma vila e foram construídos fortes para proteger a região, diversas vezes atacadas por holandeses, ingleses e franceses.
Em 1616, o povoado foi elevado a categoria de cidade e recebeu o nome de Santa Maria de Belém do Pará, mas também era chamado de Nossa Senhora de Belém do Grão Pará.
Antes de ser batizada somente como Belém, a cidade também chamou Santa Maria do Grão Pará e Santa Maria de Belém do Grão Pará.
Com a instalação de um entreposto comercial a cidade começou a se desenvolver, mas o grande crescimento foi no Ciclo da Borracha, entre 1879 e 1912.
Além do crescimento populacional e de importância, o Ciclo da Borracha promoveu a recuperação da cidade, que havia sido destruída na revolta popular Cabanagem (1835 a 1840).
A reurbanização foi feita com referência da área urbana de Paris, tornando a cidade organizada e bonita. Uma nova reurbanização foi realizada na década de 2000.
Foto: Túllio F, via Wikimedia Commons
Belém é a capital mais chuvosa do Brasil. Chove todos os dias e praticamente sempre no fim da tarde, por isso, é comum as pessoas marcarem compromissos usando a chuva como “hora”.
Isso acontece porque o clima de todo o Pará é equatorial e influenciado pela umidade da floresta. A temperatura média é de 26,5°C.
O código telefônico de Belém é o 91. E o fuso horário da capital paraense é o mesmo que o horário oficial de Brasília. Mas, como o estado do Pará não segue o horário de verão brasileiro, nesta época Belém fica a -1 hora do horário de Brasília.
O que fazer em Belém do Pará
A capital, Belém do Pará, é cosmopolita, agitada e com uma vida noturna bem intensa. Tem uma boa estrutura turística com diversos hotéis de vários preços e estilos, restaurantes, bares e baladas.
Além de vários pontos turísticos para os viajantes aproveitarem. Por isso, se você vai conhecer a Floresta Amazônica pelo Pará, conheça Belém.
Pontos turísticos e passeios
Mercado Ver-o-Peso.
Como toda cidade cosmopolita, Belém, é agitada tanto de dia quanto de noite – sim a vida noturna por lá é bem intensa -, além de ter boa estrutura turística com diversos hotéis, restaurantes, bares e baladas.
Isso sem contar a grande lista de pontos turísticos, com destaque pela maravilhosa Floresta Amazônica. Entre os passeios na floresta, o destaque é o Bioparque Amazônia Crocodilo Safári, uma área de 80 hectares dentro da Amazônia onde há um museu, trilhas e muitas espécies de fauna e flora da região.
É uma passeio fantástico para toda a família. Já dentro da cidade estão o Parque Ecológico Mangal das Garças e o Bosque Rodrigues Alves.
Estação das Docas | Foto: Celso Abreu, via Wikimedia Commons.
Outros pontos turísticos famosos de Belém são o Mercado Ver-o-Peso, a Estação das Docas, que é um centro gastronômico da cidade, o parque Emílio Goeldi onde fica o Museu Goeldi.
Além do Complexo Feliz Luzitânia, onde fica o Forte do Castelo de Belém, a Casa das Onze Janelas, o Museu de Arte Sacra e a Catedral Metropolitana, além das praias fluviais e dos passeios pelo rio Amazonas.
Parque Mangal das Garças | Foto: Espaço São José Liberto, via Wikimedia Commons.
O bairro de Cidade Velha, que é o Centro Histórico da cidade, merece um tempinho para um passeio a pé.
Além de ver os pontos turísticos, você pode aproveitar para ouvir o carimbó, uma dança de roda típica do Pará e também tocada em alguns estados do Nordeste, construções dos séculos 17 e 18 com influência dos imigrantes europeus, e aproveitar a gastronomia.
A famosa procissão do Círio de Nazaré. Foto: Ze Carlos Barretta, via Wikimedia Commons
Outro ponto turístico da cidade, voltado para o turismo religioso, é o Círio de Nazaré, uma das maiores procissões católicas da América do Sul e do mundo.
Todos os anos cerca de 2 milhões de romeiros saem da Catedral de Belém e seguem pelas ruas da cidade até a Basílica de Nazaré.
Com mais tempo na cidade, dá para fazer um passeio de bate-volta para a Ilha de Marajó, que pertence ao estado do Pará.
A Ilha de Marajó é a maior ilha fluviomarinha do mundo. Ela não tem ligação por terra com o continente e fica a uma distância de aproximadamente 3 horas e meia de barco de Belém.
É destino certo para um passeio de bate-volta no roteiro de qualquer turista que está no Pará. Entre as atrações da aniversariante está o banho tanto em águas fluviais dos rios Amazonas, Pará e Tocantins quanto nas águas do Oceano Atlântico.
Ilha de Marajó | Foto: phogel, via Wikimedia Commons.
Com tanta água no entorno, é claro que as praias da Ilha de Marajó são um dos grandes atrativos turísticos. Entre as mais famosas estão a do Pesqueiro, Praia Grande, Praia de Água Boa, Praia de Joanes, Praia da Barra Velha, do Jubim, entre outras. Por lá é possível aproveitar o sol e a areia e ainda mergulhar.
Mas a Ilha de Marajó não é apenas praia. Há muitas florestas onde os aventureiros fazem trekking e outros esportes de aventura, igarapés e ainda turismo rural nas fazendas de búfalos.
Na ilha também há ruínas de diversas construções feitas por jesuítas portugueses, como casa e igrejas, e artesanato típico, como as cerâmicas marajoaras.
É possível também visitar na região as fazendas produtoras do delicioso Queijo do Marajó. Que contempla três localidades: Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, atrai mais visitantes e surpreende quem não sabe que o Norte do Pará tem na criação de búfalos uma cultura enraizada trazida pelos portugueses.
O queijo conta com segredos lusitanos ainda do final do século 19, quando os primeiros búfalos chegaram no Pará. Detalhe é que esses animais se dão muito bem na região, justamente por suas características alagadiças e clima úmido e temperatura sempre quente.
Para você ter uma ideia, tem mais búfalos que gente na Ilha do Marajó. São quase 380 mil animais para um pouco mais de 350 mil moradores. E são eles os principais responsáveis pela matéria-prima do queijo que dá nome à rota: o leite de búfalo.
Belém é uma pedra preciosa escondida dentro do maior tesouro do Brasil, e talvez de todo o mundo, que é a Floresta Amazônica.
É um destino interessante pois tem a Floresta Amazônica, rios, e tudo o que está listado neste artigo e que faz parte do turismo em Belém do Pará.
Por isso, se você chegou a este artigo imaginando que não havia nada para fazer em Belém espero que já tenha sido convencido de que é bem o contrário.
Administrador e viajante profissional, Guilherme fundou o Quero Viajar Mais após vender sua empresa e realizar uma volta ao mundo em 2011. Com mais de 15 anos de estrada, é co-fundador da Travel Conferente, palestrante, apresentador, autor de livro e se especializou na curadoria de hospedagens, testando pessoalmente hotéis e pousadas para garantir que cada recomendação - como em Belém do Pará - combine conforto, localização estratégica e custo-benefício. Tem experiência no planejamento logístico completo, como serviços de aluguel de carros, seguro viagem, passeios e chips de internet para oferecer uma experiência segura, econômica e sem surpresas.
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