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Tiahuanaco: Ruínas de uma civilização antiga próxima a La Paz

Próximo a La paz, cerca de uma hora e meia, há um sítio arqueológico chamado Tiahuanaco, um dos pontos turísticos mais procurados da Bolívia. Também conhecido como Tiwanaco, a cidade é um complexo de ruínas de uma civilização que existia e dominava a região andina antes dos Incas, e sumiram do mapa no ano de 1.200 (na mesma época que os Maias no México).

Nesse complexo há monólitos, paredes de um grande templo que existia nesse local (cujo encaixe das pedras impressionam), totens, e bastante construções curiosas (veja fotos mais para o final deste post).

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Como chegar em Tiahuanaco

Existem três opções para conseguir chegar em Tiahuanaco. A mais cara, porém mais fácil para quem não fala espanhol, é contratar esse passeio com uma das agências em La Paz. A maioria das agências fica na Rua Sagarnaga. Não é preciso agendar com antecedência, pois agendando o passeio com um dia de antecedência já é suficiente. Como se gasta só meio período conhecendo Tiahuanaco, há opções de passeios combinados com outro meio período no mesmo dia, como a subida ao Monte Chacaltaya ou Vale da Lua.

A outra opção é tomar um taxi de seu hotel até o terminal de ônibus (chamado terminal de buses) de La Paz. Creio que os ônibus saem de meia em meia hora. Há uma terceira opção: Pedir para o taxista te deixar na cidade de El Alto, que é uma cidade anexa de La Paz e caminho para Tiahuanaco, pedindo para te deixar onde se pegam as vans (que chamam de mini-bus) que partem para lá. Cuidado com essa última opção, pois a cidade de El Alto parece perigosa, pois é uma “favelona”. Essa última opção é para quem quer ganhar tempo, pois quanto mais cedo você chegar, melhor. Se forem fazer essa última opção, saiam do taxi e entrem direto na van. Não marquem bobeira em El Alto (foi o único lugar que me senti um pouco inseguro na Bolívia).

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Dicas para aproveitar Tiwanaco

Bom, a minha primeira dica: Chegue cedo ao complexo arqueológico; Tiahuanaco abre às 9:00. Então, saia às 7:30 de La Paz para estar lá nesse horário. Se você chegar cedo, como eu fiz, pegará o complexo arqueológico vazio, e isso é bem melhor para conhecer as ruínas, pois as outras pessoas atrapalham. Ao longo do dia Tiahuanaco fica muito cheia.

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Local onde se compra as entradas e se encontram guias.

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Se você fizer o passeio por conta própria, chegando na rua principal do lado de fora do complexo, é preciso pagar uma taxa de entrada de 80 bolivianos (a moeda se chama bolivianos, cerca de R$ 0,30 em dez/12, o que daria R$ 27,00 pela entrada). Essa entrada dá direto ao local onde estão as ruínas e templos ao ar livre, um museu, um outro lugar onde ficam alguns totens cobertos e um quarto lugar que eu esqueci (não deve ser relevante, rsrsrs). Porém, além desses 80 bolivianos da entrada, recomendo que gastem mais 60~80 bolivianos para contratar um guia. Você os encontrará ao lado do guichê onde se compram os bilhetes de entrada. Aliás, você pode deixar sua mochila com a associação de guias, se você não quiser carregar, pagando um boliviano.

O guia vai te acompanhando e explicando os detalhes da Ruína (em espanhol, mas talvez você ache algum que fale inglês se preferir). Não é obrigatório estar junto com um guia, mas vale totalmente a pena porque sem um guia você não vai entender nada do que são aquele monte de ruínas, e vai perder vários detalhes que passarão desapercebidos, principalmente o significado dos desenhos que existem nos monólitos.

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Porta del Sol, um dos símbolos da Bolívia. No centro, há o desenho do Deus Sol (chamado Inti).

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Foras as ruínas propriamente ditas, há um museu e um lugar onde há outros totens que ficam abrigados. Também vale a pena visitá-los. Do lado de fora do complexo arqueológico, há uma mini feira de artesanato andino (com peças bem interessantes) e algumas vendinhas se precisar comprar água ou comida.

Caminhando 15 minutos fora da área arqueológica, há o povoado (uma mini cidade). O “centro da cidade” tem alguns alojamentos e restaurantes, umas três mercearias, uma praça e uma igreja. O templo foi construído pelos espanhóis com materiais provenientes da destruição das obras dessas ruínas. Aliás, os espanhóis fizeram uma grande me*** maldade com essas ruínas e monólitos, como quebrar os narizes das estátuas porque elas eram pontiagudas e isso parecia diabólico para os cristãos quando chegaram lá, mas isso é outra história. Os guias te contam.

 

Procurando os pontos turísticos da Bolívia?

A Bolívia é uma país ainda pouco explorado por turistas brasileiros, mas possui pontos turísticos impressionantes, que encantam por sua história e beleza. Tiwanaco, é mais um excelente tour para quem está procurando o que fazer em La Paz.


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Sobre Leonardo Castro

Paulistano, casado, auditor, 31 anos. Sou tão viciado em viajar que não troco de carro (que já está ficando velho) para ter dinheiro e fazer mais viagens durante o ano. Estas são minhas metas de vida atual: viajar o máximo que puder e fazer esportes de adrenalina. Tento ir a destinos não batidos ou mais exóticos, pois nesses lugares é que encontramos coisas inesperadas, que nos surpreendem. Também prefiro viagens que conjuguem natureza, história e que dê para praticar esportes de aventura.

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